Editando Textile no Geany

Introdução

O Textile é uma linguagem de marcação própria para hypertexto do tipo Wiki. É simples e fácil de usar, sendo muito mais prática do que o HTML. Assim como no Markdown (uma outra linguagem de marcação – veja um post sobre o Markdown aqui), o Textile permite que você se concentre no conteúdo que está escrevendo, e não na linguagem em si. Linguagens como o HTML, requerem que você saiba exatamente quais são as tags que devem ser utilizadas, obrigando o programador a se concentrar muito mais nas estruturas da linguagem do que no conteúdo em sí. É claro que ninguém escreve textos utilizando as tags do HTML, e é por isso que as linguagem de marcação, como o Textile, existem.

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Markdown + MathJax: Uma alternativa ao LaTeX

Recentemente o Markdown vem demonstrando – com sua simplicidade (e elegância), como uma sintaxe de texto puro pode ser objetiva e produtiva. Exemplos de sua aplicação vão desde editores de texto estilo desktop até os mais simplificados editores embarcados em smartphones e tablets. Além disso, alguns serviços disponibilizam o Markdown como alternativa a outras linguagens. Como exemplo, pode-se citar Scriptogr.am,  GitHub Pages e WordPress. Marcar um texto ao invés de formatá-lo é uma tarefa muito mais simples, pois escreve-se o texto na forma como ele deve ser apresentado. Nada de ter que escrever e depois formatar, basta “marcar”. O LaTeX é uma destas linguagens que facilitam a vida de quem escreve textos científicos, principalmente quando há a necessidade de se inserir equações. Mas muitas vezes, a sua complexidade acaba contradizendo o seu principal mote: o de manter o foco no conteúdo, e não na aplicação. Textos muito grandes em editores WYSIWYG é uma tarefa que demanda paciência, e digitar equações, demanda mais paciência ainda.

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Instalando a suite Free PGI no OS X (e mais um pouco)

Esta semana a Portland Group – empresa desenvolvera de compiladores fortran e C (e outros produtos), lançou uma versão gratuita de seus compiladores para o OS X (exceto o compilador C++). Infelizmente, uma versão gratuita ainda não parece estar disponível para o Linux ou Windows. A instalação é bastante simples e direta: basta abrir uma imagem DMG e arrastar o aplicativo para a pasta Applications do OS X. Mas acontece que a utilização dos compiladores fica restrita apenas ao Terminal.app! Isto significa dizer que, caso você utilize outro emulador de terminal, como o iTerm2.app, você simplesmente não consegue invocar os compiladores! Isto acontece porque para utilizar os compiladores, você não deve abrir o Terminal.app, mas você precisa clicar no ícone do programa instalado (Free PGI.app) e aí sim ele abre um terminal e então os compiladores podem ser utilizados. Mas que bobagem…

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Transferindo arquivos para o Motorola Razr D3 (XT920) com o Android File Transfer no OS X

Quando adquiri meu Motorola Razr D3, qual não foi minha decepção ao perceber que não conseguiria transferir minhas músicas e arquivos entre ele e o OS X utilizando o Android File Transfer? Depois de pesquisar por alguma solução, acabei escrevendo um post com algumas alternativas para sanar este problema, mas obviamente, nenhuma delas tão prática quanto ligar o telefone pela porta USB e transferir arquivos, assim como é possível fazer no Windows. No OS X, entretanto, esta tarefa não parecia ser tão simples assim… Mas eis que surge uma solução, e simples!

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Comando weather no OS X (condições do tempo)

Você sabia que é possível verificar as condições observadas de tempo a partir de estações meteorológicas pela linha de comando? No Linux é simples: basta instalar o programa “weather”.

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Transferindo arquivos do OS X para um dispositivo Android

Transferir arquivos entre um computador e um smartphone ou tablet é algo bastante simples. Diversas opções estão disponíveis, desde ligar o smartphone ao computador via cabo USB até a sincronização via Bluetooth. No entanto, quando se trata de transferir grandes quantidades de dados (por exemplo, alguns gigabytes de músicas, filmes etc), muitas vezes pode ser inconveniente utilizar o bluetooth (pela limitação da velocidade da rede) ou via USB – neste caso especifico, dependendo do software utilizado, este tipo de tarefa tem as suas limitações.

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Os números de 2013

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2013 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 14.000 vezes em Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 5 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

Sincronizando o Macports através do HTTP

O Macports é uma espécie de apt-get do (Mac) OS X: com ele é possível instalar praticamente todo o software de linha de comando (e alguns gráficos também) que você precisa. Eu uso muito ela para instalar software como wget, ncft, grads, ncl, cdo, nco, core-utils, grep, sed, awk etc. Clique aqui para encontrar todos os post relacionado ao Macports.

Por default, o Macports utiliza o rsync para fazer a atualização dos pacotes disponíveis, mas dependendo da rede em que o seu Mac está conectado, não é possível utilizar o rsync e, consequentemente, não é possível atualizar a lista de pacotes disponíveis:

$ sudo port selfupdate
Password:
--->  Updating MacPorts base sources using rsync
Error: Error synchronizing MacPorts sources: command execution failed
Please run `port -v selfupdate' for details.
Error: /opt/local/bin/port: port selfupdate failed: Error synchronizing MacPorts sources: command execution failed

No entanto, é possível fazer a sincronização dos pacotes através do protocolo HTTP. Para isto, basta fazer (considerando que o seu Macports está instalado em /opt/local):

1) Modificar o arquivo /opt/local/etc/macports/sources.conf a adicionar a linha abaixo:

https://distfiles.macports.org/ports.tar.gz [default]

O arquivo deve ficar assim:

#rsync://rsync.macports.org/release/tarballs/ports.tar [default]
https://distfiles.macports.org/ports.tar.gz [default]

2) Atualizar a lista de pacotes do Macports com o comando:

$ sudo port -d sync

Pronto, Macports funcionando novamente!

Referência: