Sermão dos Erros

“Por que cometer erros antigos se há bastante por onde escolher?” Russel foi um dos grandes filósofos do século XX e com verdade disse esta frase… Um vaga lembrança de um lugar, a eterna vigilância e se encontrar, Diga-me a verdade e serei sempre grato por mostrar-me a felicidade, por dizer quem sou e saber onde estou…

Sermão dos Erros

O tempo passa,
e de todas as suas lições
as únicas que reconheço,
são os meus erros…

E escolho dentre vários,
porque não há direito
em sempre escolher o mesmo erro
e minhas escolhas, escondo-as no tempo!

Nunca pude dizer o que sinto,
pois este erro já cometi.
E sopro nas estranhas do vento
os meus medos, os meus erros…

Passo por sua vida como um rio,
um pensamento aguerrido em mim
e sempre causam calafrios assim…

Por suas mãos passo este sermão
sobre os erros que cometi
e começo sempre alegremente a seguir
e coloco-me sempre triste na imensidão do céu…

Peço-lhe que sempre cuide de mim,
que me diga a verdade,
pois lhe entendo e, nunca só,
quero teus passos para mim!

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Viver

Viver a vida e não se importar com o futuro. O momento é agora e, na dança da vida, a música da imaginação dita o ritmo de cada passo. A verdade é uma invenção da matéria, algo que nossa mente capta e transforma em realidade.

Viver

Quando quero,
me convenço.
Apuro meus passos
e me guio em silêncio.

Convenço-me de que a verdade
é parceira da razão,
uma realidade ininterrupta,
austera e, por que não, vil…

Suponho coisas sem sentido,
coisas que apenas imagino
mas que nunca alcançarei,
sonhos a serem vividos.

A imaginação me eleva…
Encanta o meu ser,
aniquila minhas verdades
e cultiva o viver

E apenas por assim dizer,
ouço meus batimentos
e concluo, com emoção:
nada mais importa…

…apenas mais uma vez, viver!